Se você é escritor, mas não é renomado, precisa de um bom capista. Saiba que uma boa capa é extremamente importante para o início de uma carreira de escritor, pois à princípio, o que seu livro vai precisar pra alavancar a venda dele é uma capa atraente, já que os seus primeiros leitores além de seus amigos e parentes, estarão comprando seu livro por impulso pela capa, ou seja, pela boa impressão que ela causou na prateleira ou no mostruário do site. O leitor ainda não conhece sua obra e os componentes da capa que levarão a conhecê-la.
Não existe regra pra uma boa capa, e sim que ela dê uma ideia ao possível leitor do que ele vai encontrar na leitura, portanto, não baseia sua concepção em capas que você já viu. As capas podem ter várias opções, desde que formem um conjunto interessante, harmonioso e atrativo. Podem usar fontes que mais se enquadram as imagens e as imagens devem condizer com o conteúdo. Não adianta criar uma capa que o leitor não veja a ligação com a leitura, pois ele vai se sentir enganado. O ideal é que ela dê apenas uma pitada de interesse e curiosidade pra que o leitor queira desvendar seu segredo.
Quanto a capa... Existem lindas capas para obras ruins e capas horrendas para excelentes obras, mas no segundo caso, o que geralmente atrai o leitor é nome do autor, portanto, se você ainda não tem nome, precisa atrair pela capa.
Desenvolvo criações de capas para escritores iniciantes que querem lançar um livro, mas não tem dinheiro e nem apoio de editoras, se bem que o apoio de algumas editoras é pura cilada. Tenho minha página no Facebook onde apresento alguns de meus trabalhos que criei principalmente para autores do site www.clubedeautores.com.br onde se publica um livro sem custo, mas com trabalho. Acho importante pra iniciar uma carreira que pode ou não ser de sucesso. Cobro por cada capa concluída um valor bem abaixo de mercado porque também sou escritor independente e sei o quanto um sonho pode custar caro.
Coloco alguns de meus trabalhos a vossa apreciação e minhas páginas na internet. Se você escreveu um livro e vai publicá-lo, me consulte sobre o preço de capa.
www.facebook.com/mseleriem/
www.flickr.com/mseleriem/
sexta-feira, 15 de abril de 2016
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Como utilizamos o Facebook
Hoje vou escrever sobre a mais utilizada rede social no momento, o Facebook, o qual sou usuário e no qual me divirto, tiro sarro de meus "amigos" e em algumas vezes, fico por dentro de algumas coisas, já que dependendo de quem você tem adicionado, pode te acrescentar algo ou simplesmente nada. No meu caso, o que prefiro compartilhar, são demonstrações de boas ações, belas mensagens, informações úteis e importantes, boas campanhas, belas fotos, vídeos engraçados, belos vídeos, etc. Jamais compartilho vídeos de tragédias, fotos difamatórias, vídeos esdrúxulos, mensagens religiosas, gente querendo aparecer, etc. Também uso pra tirar sarro quando meu time ganha e os outros perdem, mas sempre no intuito positivo da rivalidade.
Pois bem, exposto o que faço na minha rede social, agora vou escrever um pouco da rede em si, que as vezes parece mais um muro de lamentações, um veículo de religiosidade, um mural de indiretas, uma exposição de fotografias de narcisistas, um festival de filmes mal feitos de poucos minutos, um ponto de encontro de amigos e por aí afora. Se eu for relacionar tudo o que parece, a lista será longa, mas é um espaço democrático, por enquanto sem censura e cada um publica o que quer, claro que podendo ou não sofrer as consequências. Muita gente já destruiu relacionamentos, alguns já foram presos, alguns encontrados e outros viraram celebridade por causa da rede.
Infelizmente, o uso da rede social vem se propagando um pouco pela distância que as pessoas tomaram umas das outras, até mesmo dentro de casa. No Facebook, estamos perto de quem está longe, e ficamos longe de quem está perto, ou seja, é uma faca de dois gumes e as pessoas precisam se vigiar no uso dela. Que é uma distração interessante, claro. Que é um pouco de tempo perdido, também, pois pessoas deixam de viver a realidade pra viver a virtualidade. A dose certa, ao meu ver, é conciliar os dois sem deixar que a segunda interfira na primeira.
Ao utilizar usa rede social, seja criterioso, criativo, tolerante, respeitador, divertido, narcisista, esportista quanto a brincadeiras. Compartilhe informações, não participe de fofocas e difamações, divulgue belas mensagens. A rede social está aí pra se usada de diversas formas. Saiba como conviver com ela.
Pois bem, exposto o que faço na minha rede social, agora vou escrever um pouco da rede em si, que as vezes parece mais um muro de lamentações, um veículo de religiosidade, um mural de indiretas, uma exposição de fotografias de narcisistas, um festival de filmes mal feitos de poucos minutos, um ponto de encontro de amigos e por aí afora. Se eu for relacionar tudo o que parece, a lista será longa, mas é um espaço democrático, por enquanto sem censura e cada um publica o que quer, claro que podendo ou não sofrer as consequências. Muita gente já destruiu relacionamentos, alguns já foram presos, alguns encontrados e outros viraram celebridade por causa da rede.
Ao utilizar usa rede social, seja criterioso, criativo, tolerante, respeitador, divertido, narcisista, esportista quanto a brincadeiras. Compartilhe informações, não participe de fofocas e difamações, divulgue belas mensagens. A rede social está aí pra se usada de diversas formas. Saiba como conviver com ela.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Sobre semear recordações
Pensando nessa pequena frase a mim dita, num certo dia, resolvi desenvolver a partir dela, um poema que mais tarde estiquei e passei a transformar num livro, onde o título "Sempre Há Tempo Pra Recordar" tem duplo sentido, pois inspira que sempre há momentos no tempo pra recordar, assim como, sempre há um tempinho cronológico sequer que seja, pra buscar no passado algo gostoso que nos faça olhar ao céu e sorrir sem motivo aparente pra quem nos veja. Quem nunca se lembrou de algo gostoso e sorriu subitamente? Uma vez li, que uma boa lembrança nos faz olhar para cima e uma má lembrança nos faz olhar para o chão.
Hoje em dia, a vida é mais corrida que antigamente e as pessoas já não estão mais tão próximas como antes. Acham que estão, mas não estão. Podem até viver algumas aventuras juntas, mas em sentimento não estão. Os da minha época, se lembram dos colegas de infância, os de agora, não se lembrarão no futuro. Os relacionamentos não terão mais lembranças boas pra serem lembradas, pois estão terminando de forma a deixar mágoas. A perda de alguém, em raras ocasiões vai deixar saudade, pois as pessoas estão se afastando em nome da tecnologia. Quando sim, serão lembradas por pouco tempo. Talvez mais, por causa da febre da fotografia e redes sociais, que inspiram as pessoas a se fotografarem mais do que antigamente e estas fotos trarão à mente algum momento ou pessoa quando forem vistas. O meu livro inspira o contrário.
Largue o celular, ao invés de fotografar, viva. As memórias duram mais que as fotografias. Semeie recordações e não se deixe ser esquecido. Álbuns de fotos podem ficar esquecidos numa gaveta ou serem apagados da memória do computador ou celular, mas uma recordação gravada na memória física, por mais profunda que esteja, vai ressurgir na mente com uma simples palavra mágica. As situações mais inusitadas são as mais marcantes, pois as rotineiras se misturam. Invente, ame, beije, corra, grite, abrace, faça sexo, se solte, jogue bola, nade, aventure-se. Deixe a vida lhe semear recordações e de preferência com pessoas que você queira que sejam lembradas. A vida passa num piscar de olhos e a única herança boa que deixaremos será nossa passagem.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Senso crítico
Iniciando o texto, tenho plena convicção de que não tenho o direito de julgar o que os outros publicam em seus murais, assim como sei que o Face é democrático e cada um publica o que acha que pode ou deve, mas mesmo assim vou escrever este post pra quem sabe, colocar um pouco de senso crítico na cabeça de algumas pessoas. Vale a pena tentar.
Sendo eu um usuário de Facebook como milhões de pessoas, presencio alguns compartilhamentos que acho infâmes, absurdos, ofensivos e desnecessários. São principalmente vídeos que alguém grava com o celular pra aparecer na net e lhe render alguns cliques. Claro que filmar alguém numa situação engraçada é legal pra postar e proporcionar alguns risos. Claro que filmar uma situação emocionante é legal pra postar e arrancar algumas lágrimas e mexer sentimentalmente com pessoas. Claro que passar mensagens boas é bom, ou até propagar uma fé ou ideia é aceitável, assim como até tolices, pois o espaço é democrático. Na verdade, esse post é motivado por vídeos sobre tragédias, atitudes criminosas e maus exemplos, pois todos temos consciência de que muito do que se vê, se copia ou se imita, principalmente se o propósito é aparecer e a ideia dá destaque.
Quem ainda, ao assistir Cidade Alerta, Brasil Urgente ou outro noticiário do gênero, não se aborreceu por só passar tragédia e violência? Quem não assistiu Faustão ou Domingo Legal e achou ultra desinteressante por só aparecer gente com o mesmo adjetivo? Pois é, estão levando tudo isso para o Facebook e com maior intensidade, já que lá não há limites. Já ocultei posts de filmagens de tragédias onde pessoas agonizando eram protagonistas. Já ocultei posts de gente fazendo "merda" só pra aparecer na rede. E por fim, já ocultei muita coisa que não gostei, principalmente maus exemplos e más atitudes. Me fiz valer de meu filtro cultural e moral e não quis ver. Prefiro compartilhar com meus amigos coisas que possam lhes inspirar. O que acho mais triste disso tudo é que vídeos e mensagens bem intencionadas, não tem a mesma divulgação e propagação que estes virais que algum idiota lança na rede. Pra finalizar, sei que partilho de uma visão solitária, mas é minha opinião. Assim como vejo e leio besteiras, posso estar escrevendo uma que não queira ler, sendo assim, faça como eu, oculte.
Sendo eu um usuário de Facebook como milhões de pessoas, presencio alguns compartilhamentos que acho infâmes, absurdos, ofensivos e desnecessários. São principalmente vídeos que alguém grava com o celular pra aparecer na net e lhe render alguns cliques. Claro que filmar alguém numa situação engraçada é legal pra postar e proporcionar alguns risos. Claro que filmar uma situação emocionante é legal pra postar e arrancar algumas lágrimas e mexer sentimentalmente com pessoas. Claro que passar mensagens boas é bom, ou até propagar uma fé ou ideia é aceitável, assim como até tolices, pois o espaço é democrático. Na verdade, esse post é motivado por vídeos sobre tragédias, atitudes criminosas e maus exemplos, pois todos temos consciência de que muito do que se vê, se copia ou se imita, principalmente se o propósito é aparecer e a ideia dá destaque.
Quem ainda, ao assistir Cidade Alerta, Brasil Urgente ou outro noticiário do gênero, não se aborreceu por só passar tragédia e violência? Quem não assistiu Faustão ou Domingo Legal e achou ultra desinteressante por só aparecer gente com o mesmo adjetivo? Pois é, estão levando tudo isso para o Facebook e com maior intensidade, já que lá não há limites. Já ocultei posts de filmagens de tragédias onde pessoas agonizando eram protagonistas. Já ocultei posts de gente fazendo "merda" só pra aparecer na rede. E por fim, já ocultei muita coisa que não gostei, principalmente maus exemplos e más atitudes. Me fiz valer de meu filtro cultural e moral e não quis ver. Prefiro compartilhar com meus amigos coisas que possam lhes inspirar. O que acho mais triste disso tudo é que vídeos e mensagens bem intencionadas, não tem a mesma divulgação e propagação que estes virais que algum idiota lança na rede. Pra finalizar, sei que partilho de uma visão solitária, mas é minha opinião. Assim como vejo e leio besteiras, posso estar escrevendo uma que não queira ler, sendo assim, faça como eu, oculte.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Cinegrafistas omissos e inescrupulosos
Desde quando os celulares se tornaram tão populares e acessíveis e desde quando tomamos conhecimento do Youtube, alguns de nós, se tornaram cidadãos inescrupulosos, omissos e sem noção. Algumas pessoas praticamente incorporaram a função de cinegrafistas amadores e em cada ou qualquer situação, se postam com celulares e câmeras fotográficas para filmar ou fotografar alguma tragédia que lhes possa render alguma divulgação ou clicada. Há de se admitir que alguns desses amadores até fazem um bem a população, e que algumas dessas filmagens nos trazem um pouco de alegria em algumas situações. O problema é quando a pessoa perde a noção do que deve e precisa ser compartilhado.
Todo internauta já deve ter visto algum vídeo compartilhado onde ao invés de se prestar a solidariedade, o cidadão se presta a filmar a desgraça alheia. Todos já devem ter visto situações que poderiam ser evitadas, mas ao contrário, foram permitidas, filmadas e posteriormente amplamente divulgadas e compartilhadas. O incrível disso é que filmagens de cenas fortes se propagam numa velocidade muito acima de vídeos instrutivos, informativos e de bons exemplos. Estes, dificilmente são compartilhados. Já vi vários exemplos disso.
Hoje vi compartilhado, um vídeo onde uma mulher e uma criança de 1 ano foram baleados, acho que vítimas de assalto, e agonizavam no banco traseiro de um veículo enquanto nenhuma das pessoas que assistiam lhes prestavam algum socorro. Isso acontecendo diante de um desgraçado (desculpem a palavra) que filmava tudo e ainda dizia pra que não mexessem nas vítimas. Tudo em nome de um bom número de acessos, pois tragédias atraem telespectadores na televisão e não é diferente nos vídeos publicados na Internet. Esta realidade só se tornará diferente quando o cidadão que compartilha e curte, ver como astro ou estrela, seu pai, mãe, irmão ou filho. Infelizmente, as pessoas fazem valer que quando arde no dos outros é refresco, mas quando arde no nosso é ácido.
As pessoas deviam pensar, antes de divulgar algo sobre alguém, se aquilo que vai ser publicado, caso fosse sobre ele, se gostaria que fosse divulgado. Caso a resposta fosse não, que se pensasse duas vezes antes de publicar algo sobre alguém, pois um dia pode-se ser o cinegrafista, mas no outro pode-se ser o protagonista. Que a Internet é útil, isso é, mas que também é um lixo, esta é outra realidade que estamos sujeitos a assistir ou não.
Copa da vergonha
Quero ver turistas estrangeiros vindo não de países subdesenvolvidos, mas de países de primeiro mundo, utilizando nosso transporte lotado, esperando horas pra serem atendidos em nossos precários hospitais e sendo explorado por pessoas que aproveitarão a chance de se dar bem. Serão esfolados nos hotéis, serão enganados por taxistas, serão pegos em arrastões a restaurantes, poderão ser vítimas de algum ônibus queimado ou de estilhaços de caixas eletrônicos explodidos e etc, etc, etc. Se já temos uma das piores internet do mundo, imagino quando milhares de notebooks estiverem conectados para enviarem suas matérias para seus jornais. Imagino como serão as quedas de sinais dos celulares com tanto tráfego de ligações. Enfim, vendo o que São Paulo se preparou para esta Copa, eu calculo a vergonha que passaremos perante o mundo, somando-se a vergonha pela corrupção, saúde e educação precária e aumento da violência. Contra tudo, apenas a alegria e receptividade do brasileiro.
Por outro lado, talvez esta vergonha venha a ser útil e se torne um tiro no pé, pois o que poderia ser algo para a reeleição do PT, se torne o contrário, haja vista que o cidadão com um pouco de sabedoria, já percebeu que a politicagem apenas usou esta Copa para nos roubarem mais. Foram obras superfaturadas que depois não servirão pra nada. Houve tráfico de influência para liberações de verbas e licitações. Foram obras de estrutura prometidas e não realizadas. Enfim, uma baita sacanagem com o povo brasileiro. O pior de tudo é que um bolsa família pode dar continuidade a este governo, já que migalhas e quireras jogadas para a maioria pode comprar uma reeleição.
Há uma certa piadinha que diz que Deus mandou terremotos para a Ásia, miséria e fome para a África, guerras para a Europa, furacões para América do Norte e tsunamis para a Central. Para a América do Sul, Ele olhou para o Brasil, que tem o melhor dos solos, dos povos, da alegria, e resolveu nos fazer o maior depósito de drogas, incluindo-se as químicas e as políticas.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O caos no trânsito da capital

A cidade de São Paulo chegou ao seus caos. Não dá mais pra andar em suas avenidas e ruas, ou seja, não se trafega nem em suas vias primárias e nem nos bairros. A cidade chegará em 2014 com recordes de congestionamentos, mesmo com algumas medidas tomadas erroneamente pelo órgão responsável por fazer nossa cidade andar, a CET, que significa Companhia de Engenharia de Trânsito.
Na verdade, as medidas tomadas pela prefeitura e colocadas em uso pela CET, exercem mais a função de arrecadadoras do que resolvem os problemas do trânsito da capital. O rodízio de veículos, que deveria tirar 20% da frota nos horários de pico, nada mais fazem do que multar alguns poucos e fez com que a maioria se achasse na necessidade de ter dois carros para que assim possa escapar da imposição que na realidade deveria incentivar a carona alternada ou uso do transporte público que continua sendo precário.
Andar por nossas ruas e avenidas requer muita paciência, pois se contarmos o tempo gasto no trânsito, percebemos que grande parte de nossas vidas é passada dentro do carro, o mais incrível é que notando nos congestionamentos, esse grande tempo é perdido solitariamente, haja vista que na grande maioria, os carros que circulam pelas ruas tem apenas uma pessoa em seu interior. Não se vê mais a carona nessa grande maioria e em mais esse caso, vemos que a individualidade se faz presente. As pessoas não passam o tempo parado no trânsito conversando com algum parente ou amigo, ela passa ouvindo música.
Pelo que se conhece do cidadão brasileiro e mais especificamente nesse caso ao cidadão paulistano, apenas sendo imposta é que alguma medida tem efeito sobre ele, sendo assim, não adianta aplicar multa para que alguém se prive de algum conforto, o que se tem que fazer, é proibir que carros que não tenham além do motorista em seu interior, circulem por alguns horários, pois só assim as pessoas dividirão o mesmo carro e veremos novamente a carona. Isso se algum cidadão não inventar algum boneco para ser usado nos bancos vazios do carro. Enfim, estamos caminhando para não conseguirmos nos mover mais.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Carta aberta aos turistas que virão ao Brasil para a Copa de 2014
Ass: Povo Brasileiro
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Religião, futebol e política
Todos conhecem o ditado que diz: "Futebol, religião e política não se discute", e este ditado é muito sábio porque para estes três temas existem os fanáticos e os conscientes. Os fanáticos são aqueles que não enxergam com a razão e apenas vêm com a paixão. Os conscientes usam os dois.
Para os três temas existem enormes semelhanças e por isso são estas as preferências que não se discute:
Religião - O fanático vê com a fé e esquece a razão. Claro que não generalizando, existem em todas elas os bons e os charlatões. Por exemplo: As emissoras de TV mostram durante suas programações diversos milagreiros capazes de curar doenças incuráveis, mas estes mesmos não curam suas próprias doenças e dores. São capazes de endireitar a vida financeira de pessoas levando-os de grandes devedores a afortunados da noite para o dia, sendo que a grande maioria não consegue sequer equilibrar suas finanças com árduos anos de trabalho. A única situação financeira que eles melhoram são as deles. O fanático não enxerga, ignora a razão e se deixa levar pela emoção. Os conscientes já se deixam levar pela emoção (fé), mas entendem que uma coisa dessas não é possível.
Política - O fanático vê com a preferência e também esquece a razão. Claro que também não generalizando, mas quase, existem os que entram honestos e se tornam corruptos e o que entram honestos, não aguentam e saem. Todos sabemos que a política é um antro de safadeza e todo aquele que entra vai virar farinha do mesmo saco, ou seja, vai entrar na dança. Não adianta afirmar que o meu candidato é melhor que o seu, ou vice-versa, porque depois de eleito os dois serão a mesma decepção, seja por contaminação ou por impotência. O fanático não enxerga isso e mesmo depois de constatar ainda continua afirmando que fulano é melhor que ciclano. O consciente já percebe que todos são uma merda.
Futebol - Ah, esse tema dá o que falar nas rodinhas de bate papo e onde se encontram mais fanáticos que conscientes. Por exemplo: Existe em São Paulo um time de mesmo nome que disputou alguns torneios intercontinentais e os ganhou. Mérito deste time. Definitivamente são campeões. Os fanáticos não entendem que quando ganharam os primeiros, ninguém no Brasil ligava, por isso os argentinos, paraguaios, equatorianos e outros sul-americanos são mais campeões e muito antes dos brasileiros. Também não entendem que tratava-se de um torneio patrocinado por uma montadora japonesa de automóveis que dava o status de campeão mundial, por isso era realizada no Japão. O consciente já entende que seu time foi campeão intercontinental de um torneio não organizado pela FIFA, mas com o status de mundial na época e aceita que depois de mudado o sistema outros times se tornaram sim, campeões mundiais. Ou se desmerece também o bicampeonato do Barcelona? Outro exemplo é sobre favorecimento. Quem não teve, que atire a primeira pedra.
Estão aí as diferenças sobre os três quesitos, ou seja, fanatismo tem sempre, mas em algumas pessoas predomina mesmo é a ignorância.
Para os três temas existem enormes semelhanças e por isso são estas as preferências que não se discute:
Religião - O fanático vê com a fé e esquece a razão. Claro que não generalizando, existem em todas elas os bons e os charlatões. Por exemplo: As emissoras de TV mostram durante suas programações diversos milagreiros capazes de curar doenças incuráveis, mas estes mesmos não curam suas próprias doenças e dores. São capazes de endireitar a vida financeira de pessoas levando-os de grandes devedores a afortunados da noite para o dia, sendo que a grande maioria não consegue sequer equilibrar suas finanças com árduos anos de trabalho. A única situação financeira que eles melhoram são as deles. O fanático não enxerga, ignora a razão e se deixa levar pela emoção. Os conscientes já se deixam levar pela emoção (fé), mas entendem que uma coisa dessas não é possível.
Política - O fanático vê com a preferência e também esquece a razão. Claro que também não generalizando, mas quase, existem os que entram honestos e se tornam corruptos e o que entram honestos, não aguentam e saem. Todos sabemos que a política é um antro de safadeza e todo aquele que entra vai virar farinha do mesmo saco, ou seja, vai entrar na dança. Não adianta afirmar que o meu candidato é melhor que o seu, ou vice-versa, porque depois de eleito os dois serão a mesma decepção, seja por contaminação ou por impotência. O fanático não enxerga isso e mesmo depois de constatar ainda continua afirmando que fulano é melhor que ciclano. O consciente já percebe que todos são uma merda.
Futebol - Ah, esse tema dá o que falar nas rodinhas de bate papo e onde se encontram mais fanáticos que conscientes. Por exemplo: Existe em São Paulo um time de mesmo nome que disputou alguns torneios intercontinentais e os ganhou. Mérito deste time. Definitivamente são campeões. Os fanáticos não entendem que quando ganharam os primeiros, ninguém no Brasil ligava, por isso os argentinos, paraguaios, equatorianos e outros sul-americanos são mais campeões e muito antes dos brasileiros. Também não entendem que tratava-se de um torneio patrocinado por uma montadora japonesa de automóveis que dava o status de campeão mundial, por isso era realizada no Japão. O consciente já entende que seu time foi campeão intercontinental de um torneio não organizado pela FIFA, mas com o status de mundial na época e aceita que depois de mudado o sistema outros times se tornaram sim, campeões mundiais. Ou se desmerece também o bicampeonato do Barcelona? Outro exemplo é sobre favorecimento. Quem não teve, que atire a primeira pedra.
Estão aí as diferenças sobre os três quesitos, ou seja, fanatismo tem sempre, mas em algumas pessoas predomina mesmo é a ignorância.
Carta aberta à FIFA
À
FIFA (Entidade máxima
do futebol)
Suiça
Assunto: Recurso eletrônico no futebol
Senhores
responsáveis pelas regras do esporte, pelo amor de Deus, implantem o recurso
eletrônico no futebol. Já chega dessa
desculpa de que a polêmica é que move a paixão. Não tem nada disso. O que move
o futebol é o show, principalmente o que não tem polêmica. Já chega de
crucificar cidadãos que tem milésimos de segundos para tomar uma decisão em
cima do que eles vêm ou não vêm se piscarem os olhos. Já chega de ver o meu
time prejudicado ou favorecido por um pênalti claro não marcado, por um
impedimento mal marcado ou não marcado. São vários fatores que influenciam a
marcação do impedimento e são desumanos com a ajuda da televisão que
possibilita a mídia colocar um assistente na cruz. Chega de ser um esporte
atrasado, aliás, o único que move paixões e não usa o recurso eletrônico. Chega
de teste com bola equipada com chip. Chega de assistentes extras e comunicação
entre eles. Já está claro que não adianta.
Senhores
responsáveis pelas regras do esporte, pelo amor de Deus, entendam que quando o
esporte foi criado, não havia televisão e duzentas câmeras filmando cada lance.
Entendam que um acerto não podia se provado o contrário e o esporte era somente
visto pelo que os olhos podiam ver no exato momento. Entendam que há como
melhorar o espetáculo sem polêmica. Entendam que é injusto pra um time que
passa meses trabalhando ser prejudicada por um erro humano desmascarado pela
tecnologia. Entendam que vocês estão atrasados demais e implantem o recurso
eletrônico para elucidar lances duvidosos. Outros esportes já melhoraram suas
regras e vocês continuam atrapalhando o futebol. Está na hora dos dinossauros
darem lugar aos mais jovens.
Atenciosamente.
Mauro Meireles
Atenciosamente.
Mauro Meireles
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